sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Untitled

"A cidade está deserta
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas, nos carros,
Nas pontes, nas ruas...
Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura
Ora amarga, ora doce
Para nos lembrar que o amor é uma doença
Quando nele julgamos ver a nossa cura."

terça-feira, 4 de agosto de 2009

De vez

Desta vez é que é. Eu sei que já disse isto mais vezes e volta sempre ao mesmo. Eu sei que já te virei as costas e continuo sempre a olhar-te de soslaio. Eu sei que já não têm conta as vezes que fechei a porta (deixando sempre o pé para trás, para ela só ficar encostada). Mas desta vez é que é.
Tem de ser.
Já adiei isto vezes sem conta, mas agora já não posso mais.
Tenho de ser capaz.
Devo-o a mim mesma e aos anos que perdi estagnada, andando para a frente, correndo, fugindo até... mas sempre num caminho que sabia que se iria cruzar com o teu, mais cedo ou mais tarde.

Tu foste um egoísta. Quando eu podia (e queria) pôr um ponto final, quando estava pronta para seguir em frente e deixar-te para trás, tu não deixaste. Agarraste-me de mil e uma maneiras, dessa maneira tão tua de me prender enquanto me dizes que voe e que tu não tens nada a ver com isso. Dessa tua maneira de me dizer ‘Quero-te aqui’, enquanto me afastas e me fazes crer que a decisão é minha e que posso sair quando quiser, quando na verdade a única coisa de que estás à espera é do momento certo para me atirares com a cana de pesca e recolheres a linha até que eu sinta a tua respiração no meu nariz outra vez.

Durante todo este tempo, tu fizeste as regras, tu jogaste e eu deixei-te jogar por mim. E sempre que lancei os dados fiz o teu jogo. E não por ingenuidade ou ignorância. Não. Não me vou mentir e não te vou mentir. Lamento, mas desta vez vais ter de me ouvir. O que eu queria, a única coisa que eu sempre quis foi que me escolhesses. Que me escolhesses a mim. Nunca me importei de que forma e houve uma altura em que esqueci tudo o que teria de enfrentar para ficar contigo. Eu escolhi-te. A ti. Com os teus defeitos. Com o teu passado. E com todos os danos colaterais. Tu não foste capaz.

Não importa os problemas que tinhas. Nem importa o quão difícil era. Tu nunca quiseste saltar para o vazio comigo. Empurraste-me, puxaste-me, e na hora H ficaste agarrado e deixaste-me cair sozinha. E nunca me escolheste a mim.

Agora sei que eu fui apenas um intervalo. Uma espécie de estrela cadente na tua vida. Por segundos acreditaste que eras capaz, que ainda valia a pena tentar. Fizeste de mim a tua tábua de salvação e fizeste-me acreditar que tudo era real. Mas ninguém salva ninguém, lembras-te? E tu nunca quiseste que eu deixasse de ser apenas uma estrela. Fugaz.

Para todas as tuas desculpas e os teus problemas há uma única expressão. 'Não quero'. Não é 'não posso'. Nem 'não consigo'. É apenas 'não quero'. E, por isso, eu tenho de ser capaz. Porque gosto – sim, ainda gosto – muito de ti. Mas tenho de gostar mais de mim.

E porque um dia tu disseste-me que davas a vida por mim. Mas – e isso é que era importante –, tu nunca foste capaz – porque não querias, não te esqueças – de viver comigo.

E de me escolher a mim.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Então foi assim



e mais não digo!

domingo, 5 de julho de 2009

30/6/2009-4/7/2009

Houve muito sono (quatro dias e dormi 11 horas no total)
Houve uma pizza numa praia às onze da noite
Houve risos, gargalhadas, barrigas e bochechas doridas de tanto rir
Houve o anúncio dos gatos em versão caseira e repetida trezentas mil vezes (e sempre com a mesma piada)
Houve o melhor gelado de chocolate preto do mundo
Houve uma paella numa esplanada à beira-mar
e, ainda assim, menos dois quilos, seguramente, à base dos quilómetros andados debaixo de 39 graus e com uma humidade insuportável - maldita onda de calor -, numa operação bikini mais eficaz que meses de ginásio
Houve a Casa Milla, a Pedrera, a Sagrada Família, o Parque Guel e o Passeig de Gracia
Houve Montjuic, o Estádio Olímpico e as fontes
Houve o porto, o teleférico e as Ramblas
e Barcelona riscada da 'to-do-list', mas com a promessa de voltar (de preferência numa viagem de manos =P )

E depois houve isto:




E isto foi indescritível...



(o melhor? Ainda falta Wembley!)

domingo, 28 de junho de 2009

Spot

Absolutamente genial!!!



E o melhor de tudo é que houve um casting...

terça-feira, 23 de junho de 2009

Historias de amor y de guerra

Podría ser sólo una historia de amor normal: chico conoce a chica, se enamora y la pierde. Podría serlo si él no fuera Robert Capa y ella Gerda Taro. Si casi toda su relación no hubiera transcurrido en ambiente de guerra. Si al final todo no hubiera terminado en tragedia, con la muerte de Gerda en un accidente (el coche en el que huía del avance de las tropas franquistas chocó contra un tanque haciéndole caer al suelo). Así, es casi un mito. Que ahora tiene un nuevo capítulo en el reciente libro de Susana Fortes, ganador del Premio Novela Fernando Lara 2009.

elmundo.es 12/06/2009
continua aqui

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A melhor prenda de anos


Obrigada!