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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Positivos

Começou com champôs deixados ao acaso debaixo de arbustos. Houve risos e gargalhadas. Sestas em comboios, rallies em autocarros a caminho de Sintra. Vídeos e fotos. Quedas no meio de bares. Copos, abraços e conversas. Non-sense q.b. Tertúlias num colchão no meio da sala. Houve ainda pastéis de Belém, tempo para passear e mostrar-lhes Lisboa. Para bebermos imperiais numa esplanada com sofás e vista para o rio. E acabou com o Alberto a partilhar os phones do iPod comigo, para dançarmos os dois na paragem de autocarro uma música que ele sabe que me deixa feliz.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Como sempre

Sábado voltou a acontecer. Acontece sempre que estamos juntos. E sábado voltámos a estar muitos. E como sempre acontece, voltámos a rir, a rir muito. A fazer fotografias com poses malucas. A dizer mal da P. y a falar da D. com desdém. A dançar até amanhecer.

Há uma espécie de laço invisível que nos une a todos. Porque passámos um ano fechados num bunker dez horas por dia. Porque jogámos basket e fomos de fim de semana juntos. Porque passámos as aulas com conversas non-sense via outlook. Porque partilhámos telejornais y 'tomas falsas', horas de fecho com o Millenium a 'crashar', reportagens de rádio cronometradas ao segundo. Porque fomos 'de cañas' ao irlandês e ao Yoquin quase todos os dias. Porque jogámos matraquilhos e cantámos karaoke.

Porque nos abraçámos muito e com muita força.

Porque continuamos a ser o que somos e a estar no mesmo barco. Sempre no mesmo barco. Mesmo que alguns de nós tenhamos dado uns passos mais em frente. Continuamos no mesmo barco. E torcemos muito uns pelos outros. E orgulhamo-nos mesmo do que uns e outros vão conseguindo. E somos genuinamente amigos.

E por isso acontece sempre que estamos juntos. Os risos e os disparates. E a certeza de que nos fazemos bem.