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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Boa onda

"There's no need to complicate, our time is short"

Adoro, adoro, adoro os bonequinhos sádicos!!!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Positivos

Começou com champôs deixados ao acaso debaixo de arbustos. Houve risos e gargalhadas. Sestas em comboios, rallies em autocarros a caminho de Sintra. Vídeos e fotos. Quedas no meio de bares. Copos, abraços e conversas. Non-sense q.b. Tertúlias num colchão no meio da sala. Houve ainda pastéis de Belém, tempo para passear e mostrar-lhes Lisboa. Para bebermos imperiais numa esplanada com sofás e vista para o rio. E acabou com o Alberto a partilhar os phones do iPod comigo, para dançarmos os dois na paragem de autocarro uma música que ele sabe que me deixa feliz.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Agora não

"If I told you things I did before
told you how I used to be
would you go along with someone like me"

(Sim e sempre o soubeste.)
Nunca lhe assustou o teu passado, os erros de antes, a pessoa que eras e da qual tinhas tanto pudor em falar. Nunca quis saber. E achava graça à maneira embaraçada como falavas, como passavas a mão por cima das sobrancelhas ou pelo cabelo e ficavas estupefacto, a olhar para ela sem saber porquê.

-"Não sei porque raio te conto isto".

Olhavas para o lado, rias-te, passavas a mão pelo cabelo e abanavas a cabeça... Sempre.

Vistos de fora sempre seríeis um par estranho: ela, doce, delicada, amável, sempre com passos de bailarina e, ao teu lado, pequenina; tu, alto, meio bruto e ríspido, com mau feitio e mau humor crónicos. Ainda assim, vá-se lá saber porquê, entendíeis-vos. E éreis capazes de ficar horas a fio a conversar, sem ter de haver um fio condutor ou um sentido naquilo que dizíeis. Ela tirava de ti o lado mais meigo. Tu roubavas-lhe o sarcasmo e a ironia. E o tempo passava, quase sempre, depressa demais. E de fora ninguém entendia. E dentro também não. Porque tu achavas que ela era irreal e não podia existir e ia esfumar-se cedo ou tarde e ela achava que... ela não sabia o que achava.

"If you knew my story word for word
had all of my history
would you go along with someone like me"

(Sim, sabes que sim.)
Nunca quiseste acreditar que podia acontecer outra vez. Isto de te apaixonares sem sentido e sem razão. Aconteceu. De um dia para o outro. De tanta fuga e tropeção e tentativa e erro e um nos braços do outro e os dois de lágrimas nos olhos e um adeus e um pára e recomeça e quero-te mas não posso e posso mas não quero e não devo e os dois sem dormir. E risos. E não quero saber e amo-te e preciso-te e gosto-te e desespero e adeus. E angústia. E sufoco. E sozinhos os dois. E dúvidas por certezas e mais fácil e tão difícil. E um nó que não se desfaz. E vazio. E silêncio.

Aos poucos, o ar voltou a passar e a respiração voltou ao normal. E tu fazias a tua vida e ela fazia a dela. E os dois a arrastar o amor nas horas e nos dias. Ou isso ou a enlouquecer.

- "Esqueci-te".
- "Esqueci-te".
- "Não te esqueci".


E parecia que nunca ia passar e o peso sempre no peito. E os olhos a fechar e a mesma imagem no escuro.

E um dia o voltar atrás. E já não a mão pelo cabelo. Nem o sorriso ou a dúvida. E tu a voltares a ser quem foste. E ela a encolher. E copos e conversas e gestos e tu não és esse. E ela a encolher. E um ponto pequenino no fundo do bar e tu a agarrares-lhe a mão e ela a já não estremecer. E ela a querer desaparecer e já não igual, já não os mesmos. E tanta vontade de ser diferente e agora já é. E perdida. E vazio. E silêncio. E o aperto mas não o mesmo.

Nunca quis saber de quem foste, o que foste, o que fizeste, o que pensaste. Antes. E tu nunca acreditaste que ela podia gostar de ti assim. Agora. E orgulhar-se e querer-te para sempre. Assim. Tão inacreditavelmente opostos e contrários. E por não acreditares não exististe. Sempre o mesmo, sempre o voltar atrás e o medo de ser maior e o agarra e larga e deixa estar que eu sou capaz e não preciso. E precisavas. Mas não querias. E acabou.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Change

You see
I know change
I see change
I embody change
All we do is change
Yeah, I know change
We are born to change
We sometimes regard it as a metaphor
That reflects the way things ought to be
In fact change takes time
It exceeds expectations
It requires both now and then
See, although the players change
The song remains the same
And the truth is

You gotta have the balls to change

'Change', Vinnie Jones intro

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Para começar bem o dia


Porque sim

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Porque aqui também há destas coisas...

...que arrepiam.
('Faro de Lisboa')