e mais não digo!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
30/6/2009-4/7/2009
Houve muito sono (quatro dias e dormi 11 horas no total)
Houve uma pizza numa praia às onze da noite
Houve risos, gargalhadas, barrigas e bochechas doridas de tanto rir
Houve o anúncio dos gatos em versão caseira e repetida trezentas mil vezes (e sempre com a mesma piada)
Houve o melhor gelado de chocolate preto do mundo
Houve uma paella numa esplanada à beira-mar
e, ainda assim, menos dois quilos, seguramente, à base dos quilómetros andados debaixo de 39 graus e com uma humidade insuportável - maldita onda de calor -, numa operação bikini mais eficaz que meses de ginásio
Houve a Casa Milla, a Pedrera, a Sagrada Família, o Parque Guel e o Passeig de Gracia
Houve Montjuic, o Estádio Olímpico e as fontes
Houve o porto, o teleférico e as Ramblas
e Barcelona riscada da 'to-do-list', mas com a promessa de voltar (de preferência numa viagem de manos =P )
E depois houve isto:
Houve uma pizza numa praia às onze da noite
Houve risos, gargalhadas, barrigas e bochechas doridas de tanto rir
Houve o anúncio dos gatos em versão caseira e repetida trezentas mil vezes (e sempre com a mesma piada)
Houve o melhor gelado de chocolate preto do mundo
Houve uma paella numa esplanada à beira-mar
e, ainda assim, menos dois quilos, seguramente, à base dos quilómetros andados debaixo de 39 graus e com uma humidade insuportável - maldita onda de calor -, numa operação bikini mais eficaz que meses de ginásio
Houve a Casa Milla, a Pedrera, a Sagrada Família, o Parque Guel e o Passeig de Gracia
Houve Montjuic, o Estádio Olímpico e as fontes
Houve o porto, o teleférico e as Ramblas
e Barcelona riscada da 'to-do-list', mas com a promessa de voltar (de preferência numa viagem de manos =P )
E depois houve isto:
(o melhor? Ainda falta Wembley!)
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Os amigos,
os concertos
domingo, 28 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Historias de amor y de guerra
Podría ser sólo una historia de amor normal: chico conoce a chica, se enamora y la pierde. Podría serlo si él no fuera Robert Capa y ella Gerda Taro. Si casi toda su relación no hubiera transcurrido en ambiente de guerra. Si al final todo no hubiera terminado en tragedia, con la muerte de Gerda en un accidente (el coche en el que huía del avance de las tropas franquistas chocó contra un tanque haciéndole caer al suelo). Así, es casi un mito. Que ahora tiene un nuevo capítulo en el reciente libro de Susana Fortes, ganador del Premio Novela Fernando Lara 2009. elmundo.es 12/06/2009
continua aqui
quinta-feira, 18 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Brincar às escondidas
Apaixonei-me por ti. Foi de repente. À primeira vista e sem sequer me dar conta. E quando dei já era tarde demais. Tens os olhos castanhos e a pele morena, queimada do sol. O cabelo escuro e o sorriso de quem só está à espera da primeira oportunidade para fazer alguma - a eterna obsessão pelo abismo, como não podia deixar de ser. A barba de três dias e o ar distraído de quem anda pelo mundo ao acaso, sem saber muito bem porquê.
Conhecemo-nos por acaso, num bar ou numa festa de um amigo. Passámos um pelo outro e só trocámos um olhar. E foi só ao final da noite, enquanto eu procurava o casaco numa montanha de roupa, que te aproximaste. Vinhas com os olhos brilhantes de quem já tinha bebido um copo a mais e um sorriso de garoto de cinco anos que tinha acabado de fazer asneira. Disseste-me uma barbaridade qualquer que, felizmente, não entendi e eu olhei-te com ar de enfado
-'Mas o que é que este quer?'
Deves ter achado graça ao meu humor de ratazana porque te escangalhaste a rir e nem soltaste nenhuma parvoíce do género 'que gira que ficas quando te zangas'. Dei-te cinco segundos e comecei a contar mentalmente
- 'Sei que não devia, mas que se lixe, posso pedir-te o número?'
E nisto agarraste na palma da minha mão e começaste a escrever o teu a caneta.
- 'Só para veres que jogo limpo, já te dei o meu'.
Mas achei-te graça. E dei-te o número
-'Capítulo 7... vamos a ver quanto tempo aguentas'.
Ligaste-me quando já nem me lembrava.
- 'És quem?'
- 'Conhecemo-nos no outro dia, apontei-te o meu telemóvel na mão'.
- 'Ah!’ (O teu telemóvel tinha ido pia abaixo com água e sabão)
Combinámos um café
-‘5, 4, 3.. a ver quanto te aguentas’
que se transformou em copo noite fora e em conversas intermináveis de madrugada. E depois combinámos outro para outro dia e outro para mais adiante.
E houve um dia em que realmente olhei para ti. Olhei-te a sério. Sem o sarcasmo por detrás
e falei-te a sério, sem o tom de desafio que tinha usado até aqui e baixei a guarda. E foi quando me dei conta que me ria, ria muito contigo. Que as minhas pernas tremiam quando te via. Que ficava com a boca seca quando deixávamos de falar e se instalava esse silêncio comprometedor. Que sufocava e quase parava de respirar nas milésimas de segundo em que a tua mão tocava ao de leve, como que sem querer, na minha.
E foi quando percebi que desta vez é que era. Que gostava mesmo de ti.
E agora que já sabes como tudo aconteceu, já podes aparecer na minha vida, ok?
Conhecemo-nos por acaso, num bar ou numa festa de um amigo. Passámos um pelo outro e só trocámos um olhar. E foi só ao final da noite, enquanto eu procurava o casaco numa montanha de roupa, que te aproximaste. Vinhas com os olhos brilhantes de quem já tinha bebido um copo a mais e um sorriso de garoto de cinco anos que tinha acabado de fazer asneira. Disseste-me uma barbaridade qualquer que, felizmente, não entendi e eu olhei-te com ar de enfado
-'Mas o que é que este quer?'
Deves ter achado graça ao meu humor de ratazana porque te escangalhaste a rir e nem soltaste nenhuma parvoíce do género 'que gira que ficas quando te zangas'. Dei-te cinco segundos e comecei a contar mentalmente
'5,4,...'
- 'Sei que não devia, mas que se lixe, posso pedir-te o número?'
- 'Só para veres que jogo limpo, já te dei o meu'.
-'Serás desgraçado???'
Mas achei-te graça. E dei-te o número
-'Capítulo 7... vamos a ver quanto tempo aguentas'.
Ligaste-me quando já nem me lembrava.
- 'És quem?'
- 'Conhecemo-nos no outro dia, apontei-te o meu telemóvel na mão'.
- 'Ah!’ (O teu telemóvel tinha ido pia abaixo com água e sabão)
Combinámos um café
-‘5, 4, 3.. a ver quanto te aguentas’
E houve um dia em que realmente olhei para ti. Olhei-te a sério. Sem o sarcasmo por detrás
(- 'a ver quanto te aguentas')
e falei-te a sério, sem o tom de desafio que tinha usado até aqui e baixei a guarda. E foi quando me dei conta que me ria, ria muito contigo. Que as minhas pernas tremiam quando te via. Que ficava com a boca seca quando deixávamos de falar e se instalava esse silêncio comprometedor. Que sufocava e quase parava de respirar nas milésimas de segundo em que a tua mão tocava ao de leve, como que sem querer, na minha.
E foi quando percebi que desta vez é que era. Que gostava mesmo de ti.
E agora que já sabes como tudo aconteceu, já podes aparecer na minha vida, ok?
sábado, 13 de junho de 2009
Jorge Drexler: 'Tengo la introspección de un tango'
En un año que quería sabático, Jorge Drexler no fue capaz de resistir la llamada del escenario. E hizo un paréntesis... dos, tres, varios. Tocó en Perú, Venezuela, México, Brasil. Y, el 17 de julio, abre nueva excepción para España, en el único concierto que presentará en nuestro país. Será en el festival Atapercu 09, la segunda edición del festival de percusión de Atapuerca, en un espectáculo muy distinto de lo que nos tiene acostumbrados. "No tiene ninguna relación con lo que hice antes, es todo lo opuesto de mis discos, más lúdico y expansivo y menos intimista. Es una oportunidad para experimentar nuevos sonidos alrededor del ritmo afrouruguayo. Tocaré repertorio mío y canciones tradicionales del candombe. Tengo muchas ganas: es el pretexto perfecto para disfrutar, aprender y buscar nuevos sonidos", explica el cantante. "Al final resultó ser un año menos sabático de lo que creí".
elmundo.es 12/06/2009
continua aqui
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