segunda-feira, 8 de junho de 2009

'Soy la anarquista del fado'

Mísia pasó años remando a contracorriente. Buscando nuevas formas de hacer fado, reinventándolo en todos los rincones del mundo, de una manera que es sólo suya. Y al noveno disco, cuando ya parecía que la gente se acostumbraba a este fado tan poco convencional, otro giro más. Y vuelve a sorprender.

'Ruas' [calles] —compuesto por dos CD, 'Lisboarium' y '&Tourists'— es como una habitación con dos ventanas: una para Lisboa y otra para el resto del mundo. Y junto con un primer disco de fados, Mísia saca una especie de disco 'outsider', con versiones de los Nine Inch Nails y los Joy Division, canciones turcas, napolitanas y japonesas. Todo está envuelto en un mismo paquete, que sale a la venta en España el 19 de mayo. En junio empieza la gira de presentación de su disco, que pasará por Valladolid (5 de junio), Madrid (3 de julio), Barcelona (4 de julio) y Sevilla (16 de diciembre).

elmundo.es 18/05/2009
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quarta-feira, 3 de junho de 2009

As fadas

- Acreditas em fadas?
- Não sei, acho que nunca vi nenhuma.

As fadas caracterizam-se por duas coisas: as estrelas que lhes saem dos pés ao andar e o ar travesso. Andam quase sempre em bicos dos pés, sem fazer barulho. Quando ninguém as vê, gostam de fazer piruetas em pontas, com os braços arqueados à volta do corpo fino. Normalmente deixam um rasto de luz. São difíceis de detectar porque não estão ao alcance do olhar de todos.

Gostam de se disfarçar de gente normal para pasarem despercebidas nas multidões. Sorrateiras. Seria o adjectivo adequado.

Têm doseadores de felicidade porque normalmente são tão esfuziantes que correm o risco de explodir numa gargalhada. E os danos colaterais não são bonitos. De felicidade ou não, são um cocktail molotov em potência.

Houve casos de fadas que explodiram no meio de gente que ficou contagiada para sempre dessa alegria inebriante. Não é bom. Os humanos precisam chorar.

Sonham. Muito e a todas as horas. Têm termómetros de precisão que medem a exacta necessidade de ilusão na vida de cada um. Põe pequenas pinceladas no dia a dia e esperam que os humanos não se desviem das suas armadilhas. Quase sempre acontece e elas ficam irritadas, vermelhas e com fumo a sair pelas orelhas (por isso também vêm equipadas com doseadores de raiva… as explosões de raiva são piores).

Mas são pacientes e por isso voltam a esticar o fio da ilusão à espera que alguém caia. Os afortunados que não se desviam e tropeçam, sabem que se encontraram com uma fada porque essa noite voltam a sonhar.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fotografiar por impulso

No encuadran, no enfocan y no esperan al momento perfecto. Ellos sólo disparan. Seguramente sus fotografías no serán las más representativas de la realidad, pero son las más originales. Se llaman lomógrafos, sus camaritas son pequeñas, súper portátiles, de plástico y analógicas. Y dicen que el secreto de una buena foto es la sorpresa.

El jueves se reunieron en Madrid para un fin de semana lomográfico, que empezó con la exposición 'Diana Vignettes', con más de 20 fotografías en gran formato de personalidades de diferentes disciplinas de la cultura española. Tres días llenos de actividades, que se completaron con un tour nocturno el viernes y un taller de fotografía.

elmundo.es 11/05/2009
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terça-feira, 12 de maio de 2009

Do que não volta

Vão sentados no metro, no banco em frente. Entram sorridentes e de mãos dadas e sentam-se. Nota-se que são de fora mesmo antes de falarem. Na verdade não falam muito. Ele, loiro e de olhos azuis, cruza o olhar com a miúda da frente. Olha-a a de diferentes maneiras e de diversas vezes e mexe-se no banco, inquieto. Como se a qualquer momento se fosse levantar direito a ela. Mas não vai.

Ao lado, a rapariga que entrou com ele finge que não repara. Aconchega-se nele, encosta a cabeça no ombro dele e fecha os olhos. Espera. Volta a abri-los e, ao lado, nem um movimento. Vira o olhar para ele, que permanece estático, olhando na direcção da outra miúda

Volta a fechar os olhos. E quando os abre estão pejados de lágrimas que ela não quer deixar cair.

Abre e fecha. Abre e fecha. E a mesma impassividade ao lado.

Ele já não é dela há muito tempo e ela sabe-o. e sabe também que ele nunca será capaz de verbalizar o que grita nesse silêncio imóvel. E ela prefere a ilusão de o ter num recanto sossegado.

Fecha os olhos. Ele suspira resignado e finalmente apoia a cabeça na cabeça dela que pesa no seu ombro.

No banco da frente a miúda levanta-se e sai na paragem seguinte. Ele limita-se a segui-la de soslaio, sem coragem de a encarar de frente.

Sabe que acabou de se apaixonar e de deixar o momento sair pela porta.

domingo, 10 de maio de 2009

Madrid descubre estos días la fotografía contemporánea

Un pabellón, 47 galerías de arte y obras de 350 artistas. Así será Madrid Foto la primera feria de fotografía contemporánea, que estará en la capital del 7 al 10 de mayo.

Evento hermano de las muy conocidas Paris Photo y Miami Photo, la feria madrileña nace para colmar un vacío en la escena nacional y cubrir las exigencias de los amantes de la fotografía. En una atmósfera agradable, entre stands, pasillos, zonas de descanso y cafeterías, los visitantes tendrán acceso a fotos, libros sobre la especialidad y firmas de los artistas. Una manera de acercar el gran público a la fotografía contemporánea.

elmundo.es 07/05/2009
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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Boa onda

"There's no need to complicate, our time is short"

Adoro, adoro, adoro os bonequinhos sádicos!!!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Los portugueses Clã lucen su 'Cintura' en Madrid

En 1992, mientras Barcelona celebraba sus Juegos Olímpicos, y Bill Clinton ganaba las elecciones en EEUU a George Bush padre, seis jóvenes se juntaban en Oporto, Portugal, para formar un grupo de música.

Se harían llamar Clã [en español, clan] y serían fieles al significado de su nombre: diecisiete años después, siguen juntos como una verdadera familia. Al quinto álbum, cruzan la frontera y llegan a Madrid el día 29, para presentarlo en la Sala Taboó.

elmundo.es 27/04/2009
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